ANDREI MACHADO – Étant (2009)

ANDREI MACHADO
Étant
Genre: Experimental Ambient
sw0043 – 2009 – sinewave

Download (75MB)

FAIXAS
01. Ecce Homo
02. O Cemitério dos Deuses Mortos
03. Achei o Abismo, Está em Mim
04. Prelúdio
05. O Limiar da Eternidade
06. Somos Poeira de Estrelas
07. Minha Vida Sem Mim
08. Uma Canção Para Werther
09. E, Finalmente, Deixei o Sol Entrar

RELEASE

When the new album by Andrei Machado, Étant, starts playing, the sentiment you get is anxiety. Different from his previous work Lacuna, these first moments are notably crafted, causing a palpable sensation that only a sensitive artist could achieve. One can notice, with caress, that Andrei is back, inviting us to walk the new path he found through his music. The melodies from this singular world are contemplative, explored by Andrei’s uncommon minimalism, passing messages that beautiful words could not translate. And here lies the reflection caused by Étant, and its french translation – Existence – could not be more appropriate: is his own terms, Andrei Machado gives voice to the human anguish of Being. Be it experimenting, as in “Ecce Homo” and “O Limiar da Eternidade”, or causing a recurring déjà-vu in “O Cemitério dos Deuses Mortos”, or even firming a touching accent as in “E, Finalmente, Deixei o Sol Entrar”, Andrei Machado proves that he has not lost his strength, that his music outbreaks and turns itself in light, and yet can melt into emotive tears. In his new work Andrei Machado justifies himself and vigorously demontrates that music, the beautiful music in its most classic tone, is still here: it exists.

By Rafael Pelvini.


Quando o novo disco de Andrei Machado, Étant, começa a soar, o sentimento é de ansiedade. Diferentes de seu ascendente trabalho anterior, Lacuna, estes primeiros momentos são preocupadamente esmerados, causando uma sensação palpável que somente um artista muito sensível poderia captar. Percebe-se, com apreço, que Andrei está de volta, nos convidando a trilhar o novo caminho que encontrou através de sua música. As melodias deste mundo singular são contemplativas e seguem inefáveis, exploradas pelo minimalismo incomum de Andrei, passando mensagens que as palavras bonitas não poderiam traduzir. E daqui parte a reflexão causada por Étant, e sua tradução do francês – Existência – não poderia ser mais oportuna: à sua forma, Andrei Machado dá voz à angústia humana de Ser. Seja experimentando, com “Ecce Homo” e “O Limiar da Eternidade”, ou causando um recorrente déjà-vu em “O Cemitério dos Deuses Mortos”, ou ainda firmando-se comovente com “E, Finalmente, Deixei o Sol Entrar”, Andrei consegue provar que não perdeu a força, que sua música ainda eclode e se refaz em luz, e ainda pode se desmanchar em emocionadas lágrimas. Sim, em sua nova obra Andrei Machado se justifica nisso, mas também demonstra vigorosamente que a música, a bela música em seu mais clássico tom, ainda está aqui: ainda existe.

Por Rafael Pelvini.

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