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HEROD – The Best of 2006-2016 / The Rest of 2006-2016 (2016)

Published on November 28, 2016 in Albums

HEROD
The Best of 2006-2016
Gênero: Post-Rock
2016 – Sinewave

Download (132 MB)

HEROD
The Rest of 2006-2016
Genre: Post-Rock
2016 – Sinewave

Download (117 MB)

TRACKS

01. Herod Layne – Prelude For Anticipation
02. Herod Layne – Walking The Valley
03. Herod Layne – Sealand Fire
04. Herod Layne – Crossroad
05. Herod Layne – The Unsung Hero
06. Herod Layne – 300-Megaton Lullaby
07. Herod – Collapse
08. Herod & Jair Naves – Limbo (Edit)
09. Herod & Filipe Albuquerque – Blinder
10. Herod – Disruption
11. Herod – Rupture

TRACKS

01. Herod Layne – Walking The Valley (Demo)
02. Herod Layne – Arnold Layne
03. Herod Layne – Cardia (Demo)
04. Herod Layne – Xmass
05. Herod Layne – Keller (Demo)
06. Herod & Matheus Barsotti – Cold
07. Herod – Mind Meld
08. Herod – Koma (Demo)
09. Herod – LIFE + DEATH

Release

Dá pra dizer que hoje seria uma época perfeita pra Herod encerrar suas atividades.

Começando pela própria data redonda: dez anos. Começamos lá em 2006, ainda Herod Layne, Elson e Sacha compondo a “Prelude For Anticipation” sem saber exatamente o que queríamos fazer, mas fazendo. Lembro do produtor da faixa, o Emmo, dizendo em uma das sessões no estúdio: eu não sei pra onde a gente está indo, mas uma hora a gente chega lá. Também não sabíamos, e o “lá” foi mudando a cada projeto novo: a “Prelude” pronta, depois o concurso “Arnold Layne”, depois a entrada do Johnny na bateria, depois os primeiros shows, depois o primeiro disco, depois todo o resto, com o “lá” sempre à frente e sempre atingível, como deve ser.

Gravamos o In Between Dust Conditions (2008) no Choque dB, estúdio do Grande Big. Nessa época também nascia a Sinewave, história que sempre foi escrita ao lado da história da banda, em todo um livro à parte. De lá partimos pra alguns projetos mais ousados: a gravação do EP Sealand Fire pra uma mini-turnê pelo Canadá, a apresentação no iG Poploaded, o show do Festival Calango em Cuiabá. Em 2010, novo disco, o Absentia, que marcou a entrada do Lippaus e foi uma escada bacana: resenhas em diversos sites e blogs, incluindo uma na Rolling Stone, e mais convites pra shows e festivais. Até a gente se recolher pra trabalhar no Umbra, nosso projeto mais ambicioso, com a ajuda inestimável do Grande Joca na produção. Essa época culminou no provável ponto máximo da história da banda: a abertura dos shows do The Cure em 2013, episódio que desacreditamos até hoje.

Perdemos o sobrenome Layne, ganhamos o Umbra e diversas outras histórias. Tocamos bastante em São Paulo, e viajamos – Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Maceió, Fortaleza, Belo Horizonte, São Carlos, Jacareí, Sorocaba. Perdemos o Johnny, passamos por outros bateristas (Matheus, Raphael, Guilherme) até chegar no atual, o Bruno. Ganhamos um terceiro guitarrista, o Ribeiro. Gravamos o Disruption no Converse Rubber Tracks, conhecemos dezenas e dezenas de grandes bandas e grandes amigos. Começamos um dos projetos mais legais da nossa história: o Herod Plays Kraftwerk – o disco está quase pronto, sai no começo do ano que vem.

Perdemos também (temporariamente?) mais dois integrantes – o Lippaus acumulando trabalho e faculdade, e o Sacha que foi morar na Europa. Faremos poucos shows ano que vem, cumprindo uma agenda de lançamento do projeto Kraftwerk. Depois, só o tempo dirá.

Essas duas coletâneas são pra contar um pouco da história da banda. A Best of com duas faixas de cada álbum e EP (três do Umbra), e o Rest of com sobras de estúdio, demos e covers perdidas de Pink Floyd, The Cure e Sebadoh. Não é nem um capítulo sendo encerrado – acho que é todo um livro, com o volume dois começando ano que vem. Será alto, como sempre foi.

O importante é ter sempre um “lá”, atingível, como deve ser.

Elson
nov/2016

Créditos
The Best of 2006-2016 / The Rest of 2006-2016
Compilação organizada por Elson Barbosa
Arte por Azeite de Leos, finalizada por Elson Barbosa
2016

— Facebook: facebook.com/herodlayne/
— Bandcamp: herodlayne.bandcamp.com/

 
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POLVÖ – Small Pieces of Cruel Mirrors (2016)

Published on November 18, 2016 in Albums
POLVÖ
Small Pieces of Cruel Mirrors
Genre: Post-Rock, Instrumental
2016 – Sinewave

Download (15 MB)

Tracks

01. Small Pieces of Cruel Mirrors

Release

Polvö é um projeto de gravações domésticas de um guitarrista da região metropolitana de Porto Alegre. Em termos de composição, a ideia é experimentar com diferentes texturas e atmosferas, misturando elementos mais tradicionais do post-rock com colagens sonoras, passagens inspiradas em trilhas sonoras com manipulações e recortes de sons urbanos e de trechos audiovisuais.

O primeiro single lançado, Small Pieces of Cruel Mirrors, é uma composição escrita em 2015, gravada e mixada no segundo semestre de 2016, em Novo Hamburgo/RS.

Polvö é Eduardo Harry: guitarras, sintetizadores, VSTi’s, vocais, captações externas, edição e mixagem.

— Bandcamp: https://polvoe.bandcamp.com/releases
— Spotify: https://play.spotify.com/album/12gHZgfCkvq4jmadhVNqb0
— iTunes: https://geo.itunes.apple.com/br/album/id1166009731
— Deezer: http://www.deezer.com/album/14332880
— Google Play: https://play.google.com/store/music/album?id=Buaoxg7ajyxiykfy7rxy6owqvqm

Contato:
edluersen@gmail.com
facebook.com/polvo.postrock

 
Tags:
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POLTERGAT – Blanka (2016)

Published on November 11, 2016 in Albums
POLTERGAT
Blanka
Gênero: Indie, Noise-Rock, Garage
2016 – Sinewave

Download (76 MB)

Faixas

01. Another Dream
02. Suicidal Citizens
03. Close Call
04. Clashdown Fever
05. Mental Crush
06. Atlantic
07. Nothing to Lose
08. Not Clever
09. Lost Subs
10. Bright Lights

Release

Poltergat lança Blanka
Primeiro full da banda chega para dar um rasante em 2016

Blanka cresceu em estúdio por um ano nas mãos e ouvidos do Poltergat, trio criado em 2012 nos redutos de SP. Um reduto de fato, compartilhado por algumas bandas noise de influência punk garageira, adolescentes da década de 90 subvertidos pelo grunge, britpop e shoegaze e que depois caíram na farra do rock festeiro dos anos 2000. Essas bandas não se encaixam propriamente em nenhum desses gêneros, apesar disso (e por osmose) formaram um nicho que produz e movimenta um próprio circuito de música autoral na capital paulista, a Howlin’ Records.

Poltergat é embrião da Howlin’ e sempre teve a personalidade da metrópole paulistana. Agitado, sem pausa, criativo, urgente e white trash, Blanka é um álbum aguardado, dada a fama conquistada por Gabriel Muchon (guitarra e voz), Dudu Lourenço (baixo) e Guilherme Migliavaca (bateria) num currículo de shows e festas que se estenderia por muitas linhas.

A capital pode ser uma inspiração, mas a referência punk britânica também é e está presente na qualidade mestra do Poltergat: ser supersônico, inconsequente. A isso ainda pode se acrescentar delinquência e paixão por refrões sujos, característica inerente à geração Madchester. Poltergat é a banda que estaria tocando às 6h da manhã no clássico Haçienda, na entrega e instiga por mais.

Todo esse espírito de festa interminável, noites em claro, caos urbano, fobia pela monotonia e muita fumaça está condensado em Blanka, primeiro álbum cheio do trio, lançado após trabalho esmerado em estúdio. No repertório são 10 faixas que passam na velocidade da luz. O disco chega ao fim com sede pelo próximo som, pelo ao vivo e por aquela sensação de querer curtir a vida em cada segundo.

Blanka é um lançamento da Howlin’ Records e Sinewave e teve direção artística da equipe do Estúdio Aurora (SP).

Por Mariângela Carvalho | Supernova


Blanka para a Howlin’ Records, Sinewave, Estúdio Aurora, Nada Pop e Raro Zine:

“Só consigo imaginar pessoas amontoadas pulando com cerveja voando pra todo lado e todo mundo cantando junto num porão escuro.” (Bruno Pinho | Howlin’)

“Blanka me deixou em choque.” (Eduardo Boqa Santana | Howlin’ | Penhasco)

“Tem um terremoto na minha cabeça quando ouço esse disco.” (Bruno Palma | Howlin’ | Chalk Outlines, Twinpine(s), MonstroMonstro, Krokodildos e caxabaxa)

“Você já teve a sensação de ouvir uma música e se sentir parte dela? Não é como se você tivesse escrito, é como se você morasse nela… Então, foi o que senti quando ouvi “Another Dream”, a primeira música do Blanka, primeiro álbum do Poltergat. É caótico, é extasiante, é sufocante, é inesperado, é como a minha vida. E essa sensação se prolonga durante o álbum inteiro. Não dá pra parar de ouvir. Acho que é o álbum que resume bem o meu último ano: agitado, porém reconfortante. Obrigada, Polterzinhos, por criarem algo tão espetacular.” (Cintia Ferreira | Howlin’ | In Venus)

“Feroz e urgente, Blanka é um disco que nos faz sentir a energia concentrada que a cidade vai depositando na gente. Se você conhece São Paulo, vai saber do que estou falando.” (Diogo Dias | Howlin’ | Vapor | Rock Ex Machina)

“Eu já tinha visto o Poltergat ao vivo, energia impressionante e uma pedrada atrás da outra. Acho que o grande lance de uma banda é esse, quando você vê os caras ao vivo e, depois ouve o disco, é praticamente a mesma coisa, dá pra sentir a energia, peso e presença dos caras. A Howlin’ Records tem diversas bandas, cada uma com sua identidade, eu acho que cabe ao Poltergat o lance do rock mais imoral, “marginal”, moshpit, galera no palco fazendo confundir público e banda. É assim que eu vejo e espero pelos shows da turnê do Blanka, um dos melhores discos de 2016.” (Vinícius Oliveira | Howlin’ Records)

“Porrada. São esses termos meio clichês mas certeiros que vêm à mente quando damos play no Blanka. Porque tem tudo lá: energia, peso, sujeira, sangue escorrendo pelas palhetas e baquetas desse trio paulista. A escola é punk 77, mas com um sangue diferente, agressivo, dialogando com aquela cena noise-rock que nasceu lá nos 80-90 mas anda ressurgindo cada vez mais nos melhores/piores porões gringos. Imagine o Metz fazendo um tributo noise-rock aos Buzzcocks – é por aí. Blanka, como o personagem, é alto, forte, verde e feio. Também como o personagem, a porrada é das fortes.” (Elson Barbosa | Sinewave | Herod)

“Blanka é sem dúvidas um dos melhores discos do ano. Poltergat dá aula para os ouvintes de como fazer um som torto, visceral e dissonante.” (Lucas Lippaus | Sinewave)

“Não é Poltergeist e nem Paul Tergat, a lenda queniana da São Silvestre. Poltergat é um trocadilho que poderia ser infame, não fosse a tradução perfeita do que faz essa banda de São Paulo que só quer saber de festa. Quando se encontram, eles deixam um rastro de fumaça e garrafas vazias que só os mais preparados se arriscam a acompanhar.

Entre um trago e outro, esses três caras se transformam num trio de maratonistas do inferno que faz um rock frenético, direto e reto, com muita transpiração e a pior das intenções, que só os mais fortes conseguem acompanhar. A trilha sonora perfeita para conseguir acompanhar três caras que só querem uma coisa: que você pare de ouvir o rock pau mole e sem criatividade que tem sido feito e propagado mundo afora.

Se você é dessas pessoas que precisam de referências, visite o rock inglês para enxergar através da nuvem de fumaça que eles deixam. Misture o melhor dos riffs do punk pós-Pistols, encha a voz de fumaça, como faziam os pós-punks, adicione o espírito festeiro inconsequente da Madchester e a ironia dos piores elementos do britpop, salpique a energia adolescente do início dos anos 2000. Isso resume o que é o Poltergat, provavelmente a melhor banda de rock inglês nascida fora da Inglaterra.

Tivessem nascido lá, aliás, não seria impossível de imaginar as torcidas de futebol empurrando seus times nas arquibancadas com as melodias de “Nothing to Lose” ou de “Another Dream”. Ou um bebum cantando “don’t wanna live just to die”, o refrão de “Bright Lights”, com um pint na mão em um pub qualquer no subúrbio. Isso para não falar em “Atlantic” e “Suicidal Citizen”, que estariam na trilha sonora de qualquer filme do Guy Ritchie.

Pelas dúvidas, ouça Blanka, disco de estreia do Poltergat, tire suas próprias conclusões, e entenda porque eles são a banda mais original do rock brasileiro na atualidade. Serão os melhores trinta minutos de música que você vai ouvir no seu dia, na sua semana, no mês e, provavelmente, no ano.” (Carlos Eduardo Freitas | Estúdio Aurora | Bloodbuzz, Combover, Orange Disaster e Dercy)

“Rock canalha e sujo, bom para beber e pular. Garageiro e sem firulas, com malícia e certa violência. Tem muito de punk 77, por isso parece ter vindo diretamente da cena dos EUA ou Inglaterra da época. Mas é nacional e atual, é o tipo de banda que tem urgência em viver e, de preferência, intensamente.” (Maurício Martins | Nada Pop)

“A estreia do Poltergat não poderia ser diferente, uma injeção de oxigênio a um beco sem saída, música desenfreada que poderia ter saído de algum pub londrino 20 anos atrás , mas é da caótica São Paulo.” (German Martinez | Raro Zine)

Poltergat:
Gabriel Muchon (guitarras, voz)
Dudu Lourenço (baixo)
Guilherme Migliavaca (bateria)

Ouça:
Bandcamp
YouTube
Soundcloud
Spotify
Deezer

Todas as músicas por Poltergat.

Ficha técnica:
Gravado no Estúdio Aurora por Billy Comodoro e Aecio de Souza e no Estúdio Subway por Anderson Lima, ambos em São Paulo
Produzido por Poltergat e Billy Comodoro
Mixado e masterizado no Estúdio Aurora por Billy Comodoro
Lançado pelos selos Howlin’ Records e Sinewave em 11 de novembro, 2016

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Tratore
Howlin’ Records

Fique por dentro:
Howlin’ Records: Selo musical fundado em 2014 que opera de maneira coletiva, colaborativa e horizontal. Lança bandas autorais da cidade de São Paulo, além de promover e divulgar eventos independentes.
Contato: howlinrecords@howlinrecords.com.br

Sinewave: Produtora e selo, a Sinewave tem um extenso catálogo de lançamentos construído desde 2008. Apostando nas linguagens instrumentais, experimentais e barulhentas, mais de 80 bandas e artistas somam quase 170 álbuns lançados por eles.
Contato: sinewave@sinewave.com.br

Assessoria de Imprensa
Supernova
Mariângela Carvalho
contato@supernova.mus.br | conteudo.supernova@gmail.com
(11) 2193.1513 | (11) 94148.2842

 
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