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THE TAPE DISASTER – Morgana (2014)

Published on October 20, 2014 in Albums
THE TAPE DISASTER
Morgana
Genre: Post-Rock
2014 – Sinewave

Download (17 MB)

Listen “Morgana”:

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Tracks

01. Morgana

Release

The band The Tape Disaster was formed eight years ago by Andres Araujo (bass), Bruno Severo (guitar), Rubens Formiga (drums) and Thiva Fróes de Souza (guitar). Coming from the independent scene of Porto Alegre/Brazil with diverse influences in alternative scenario the band developed its own way of doing instrumental music, with a different and exciting approach.

After releasing their first two EPs for labels Sinewave and Senhor F Virtual (Realidade Aumentada 2011 and A Voz do Fogo 2012), the band was invited to join the South Korean label Onion Records and their album Compilation was released internationally.

After that there was an explosion of established shows and reviews, where the band enjoyed stories in several countries as Polish, Romania, Spanish and American podcasts, in addition to great shows like El Mapa de Todos, an important annual festival of integration music of Latin America (watch the mini documentary); the annual festival Morrostock in the year of the participation of the iconic Arnaldo Baptista and with a large participation of national and international prominent artists like Cachorro Grande, Dead Fish, Proyecto Gomez and others; the biannual festival Pinhachella embodying the independent scene of Rio Grande do Sul; the Festival of Instrumental Music in Juiz de Fora; the audiovisual show at SESC Sorocaba. Opened for bands like the iconic Californian skate punk band Agent Orange in Florianópolis, Curitiba for the independent band Colligere and the band Doyoulike? in Porto Alegre, and several other great shows in various parts of Brazil.

The distinct authorial music of the band that puts creativity and musical exploration first, created in a very early stage an environment where directors and producers started to request the band’s songs to tracks for various content such as movies, documentaries, programs, reality shows, campaigns, and others. The band had the opportunity to be the soundtrack for documentaries like Sol that talks about a businessman who dropped everything to be pizzaiolo in Santa Catarina. The program on urban interventions Interventores where the band is the opening track as well as programs for the pay TV channel Music Box Brazil. The Tape Disaster is also the track for benefit campaigns as Skate in Asylum in which a company promotes skating championships in nursing homes, and in addition to radio programs like Program Senhor F, where influential music journalist Fernando Rosa showed weekly amazing music in the Latin American scenario.

The Tape Disaster is music to hear and feel.

LINKS

– El Mapa de Todos (mini doc: youtube.com/watch?v=I8UiNX_KZ6U)
– Documentário Sol (trailer vimeo.com/65222053)
– Programa Zero Sessions (youtube.com/watch?v=e88yrbtiBEQ)
– Campanha Skate no Asilo (youtube.com/watch?v=M5nzfP25eww)

MUSIC VIDEOS

– “A Voz do Fogo” – Animação com o filme Planeta Selvagem de René Laloux youtube.com/watch?v=lpgDKg7qQGc
– “Vitor Hugo (Hoje Utopia Amanhã Carne e Osso)” – youtube.com/watch?v=R18TaRrraS4

About the Artist

– Andres Araújo: bass
– Bruno Severo: guitars
– Rubens Formiga: drums
– Thivá Fróes de Souza: guitars

– Facebook: facebook.com/thetapedisaster
– Twitter: @thetapedisaster
– YouTube: youtube.com/thetapedisaster
– Soundcloud: soundcloud.com/thetapedisaster

 
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RUÍDO/MM – Rasura (2014)

Published on September 26, 2014 in Albums
RUÍDO/MM
Rasura
Genre: Post-Rock
2014 – Sinewave

Download (145 MB)

Listen “Cromaqui”:

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Tracks

01. Bandon
02. Eletrostática
03. Cromaqui
04. Transibéria
05. Inconstantina
06. Filete
07. Requiem for a western manga (西部マンガ)
08. Penhascos, desfiladeiros e outros sonhos de fuga

Release

O nome da banda é ruído/mm (leia-se ruído por milímetro, escreva-se em minúsculas mesmo): uma unidade imaginária criada para representar aquilo que não pode ser descrito/verbalizado. Um quadro, uma paisagem: eventos contemplativos. Esta é a comparação e a aproximação que o ruído/mm tenta desenvolver e registrar com suas composições – experimentos e sonoridades estranhas que buscam atingir o ouvinte de maneira sinestésica. O som, indescritível. Uma teia de eventos sonoros explorados à exaustão; experimentais, viscerais, criativos. Calma ou explosiva, a música instrumental do ruído/mm embala os pensamentos e faz mexer o corpo em uma mistura que vai do jazz ao punk, da psicodelia ao pós-rock – e o que mais vier.

Rasura:

Três anos após o lançamento do seu terceiro disco, o ruído/mm está de volta com Rasura. Considerada por boa parte da crítica nacional uma das melhores bandas de post-rock do Brasil, o grupo curitibano já faz barulho há onze anos, tendo se tornado um clássico do nosso recente rock instrumental.

Dentro da obra da banda, Rasura segue mais conciso e direto, em uma forma bonita, segura e limpa. O piano cede espaço a novos timbres, enquanto as guitarras ganham força redobrada. Novidades sônicas permeiam o terreno já dominado por eles, deixando claro que estão maduros o suficiente para brincarem com diferentes melodias e surpresas, sem esquecerem do ruído e da distorção na hora que convém.

Mark Kramer, o cara que trabalhou com o Galaxy 500, Butthole Surfers e Urge Overkill (com dedo na tarantinesca “Girl, You’ll Be a Woman Soon”), fez a master desse trabalho. O selo Sinewave endossa o disco.

O álbum Rasura foi resultado de um projeto de mecenato aprovado pela Fundação Cultural de Curitiba, com incentivo da Caixa Econômica Federal. São oito faixas que convidam para uma viagem sensorial.

Feche os olhos e abra a mente.

Liner Notes:

Gravado e mixado no estúdio Click Audioworks (www.clickaudioworks.com.br), em Curitiba, no primeiro semestre de 2014

Masterizado por KRAMER no estúdio Miami Noise

Técnico de gravação: Paulo Bueno
Assistentes de gravação: Murilo Macari, Diogo Shiroma e Emannuel Fraga
Técnico em ProTools: Diogo Shiroma
Mixagem: Paulo Bueno e Rafael Panke
Produção: Rafael Panke
Masterização: Mark Kramer

Artecolagens por Mário de Alencar
Foto por Melanie d’Haese
Encarte por Jaime Silveira

Todas as músicas por ruído/mm

About the Artist

– Alexandre Liblik: piano, keyboards
– André Ramiro: guitars
– Felipe Ayres: guitars, effects
– Giovani Farina: drums
– Rafael Panke: bass
– Ricardo Pill: guitars

Criado em 2003, em Curitiba, o ruído/mm é hoje um dos principais representantes da cena post-rock brasileira. O quinteto ruidoso vem difundindo seu trabalho nas principais casas de shows e festivais pelo Brasil, como o Festival Lab (AL); Coquetel Molotov (PE); Sinewave Festival (PR); Teatro Paiol (PR); Conexão Vivo (MG); Sesc Pompeia (SP); Festival Macondo (RS), entre muitos outros.

Na web, a banda amplifica seu alcance através de jornalistas, blogueiros e admiradores de dentro e fora do país. Os discos anteriores Série Cinza (Ruído Corporation, 2004), A Praia (Open Field Records, 2008) e Introdução à Cortina do Sótão (Sinewave, 2011).

– Official site: ruidomm.com
– Facebook: facebook.com/ruidomm
– Twitter: @ruidomm
– YouTube: youtube.com/ruidomm
– Soundcloud: soundcloud.com/ruidopormilimetro
– BandCamp: ruidopormilimetro.bandcamp.com

 
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DUELECTRUM – She Doesn’t Feel The Sun (2014)

Published on August 19, 2014 in Albums
DUELECTRUM
She Doesn’t Feel The Sun
Genre: Shoegaze
2014 – Sinewave

Download (33 MB)

Listen “She Doesn’t Feel The Sun”:

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Tracks

01. She Doesn’t Feel The Sun
02. Trembling Blue Stars
03. Eisbär
04. She Doesn’t Feel The Sun (Alternate Version)

Release

Por Amanda Mont’Alvão

Podemos passar anos estudando a gramática de uma certa sonoridade, mas é a escolha das palavras que separa a inspiração e a autoria da cópia. Desde 1999, o vocabulário sonoro escolhido pela banda paulistana Duelectrum atesta o barulho e a melodia como pilares de identidade amarrados a um contexto de claustrofobia típico das grandes metrópoles. Agora, 15 anos depois, o sufoco e a falta de ar são desenhados nas quatro faixas do quarto EP do grupo, intitulado She Doesn’t Feel the Sun e lançado em agosto pelo selo paulistano Sinewave.

Filipe Albuquerque, idealizador da banda e à frente de voz e guitarra, compilou a maneira com que bandas como Smiths, Bailterspace, Joy Division, Swervedriver, Slowdive e Jesus & Mary Chain o afetaram e descascou o “estrago” que elas fizeram na faixa homônima “She Doesn’t Feel the Sun” e nas sequências “Trembling Blue Stars” e “She Doesn’t Feel the Sun (Alternate Version)”.

Há ainda um cover do Grauzone, “Eisbär”, cantada em alemão nativo pelo baixista Franklin Weise e relida/renascida com tintas shoegaze e post-punk.

Aos dois se juntam Elson Barbosa na bateria e Lucas Lippaus na guitarra, ambos emprestados da banda paulistana Herod. No papel de catalisadores do peso como moeda de troca sonora, Elson e Lippaus agregam quebra e aspereza ao Duelectrum.

Em conjunto, as quatro faixas levam um improvável e simultâneo combo de urgência e contemplação aos ouvidos, usando a bipolaridade como ponto de partida para o surpreendente. Em “Trembling Blue Stars”, sussurros da britânica Creation Records aparecem como bênção, mas esbarram em uma suposta passividade cantada por Filipe e ecoada pela bateria de Elson.

Já em “She Doesn’t Feel the Sun”, o Duelectrum instala uma parede preenchida por guitarras e que é derrubada, na surdina, pela melancolia que brota da faixa. O inominável da angústia ressurge ao fim do EP, em uma versão acústica e de palavras abafadas. Ao fundo, um véu de dissonâncias se acumula e estoura, roubando a cena e prestando uma homenagem à educação a distância na qual os irmãos Reid jamais se admitiram como professores.

Esse processo de “pedalização” exaustiva da canção faz com que o Duelectrum se junte a um movimento nacional de distorção daquilo que é notadamente conhecido como música feita no Brasil, apostando em uma comunicação feita por pedais e outras adjacências essenciais à música que vislumbra o etéreo e a transcendência. Se a tarde costumeiramente cai feito viaduto por aqui, o Duelectrum inscreve a noite como pavimento para outras linguagens reconhecidamente brasileiras, esculpidas sobre boas importações.

Entre fissuras e colapsos de referências, o mais novo EP do Duelectrum constrói um diálogo com o passado dos anos 80 e 90 sem as premissas perigosas da releitura e da imitação. Confirma, por sua vez, a condição atemporal do barulho, do ruído e da melodia amplificada como vocábulos musicais sensivelmente conectados àquilo que não sabemos explicar, mas sim, tão somente sentir.

Ficha Técnica:

She Doesn’t Feel the Sun (EP)
Agosto de 2014 / Sinewave
Gravado de setembro a dezembro de 2013, no Estúdio Subway (São Paulo)
Produzido por Anderson Lima e Bruno Pinho (Estúdio Subway) e por Duelectrum
Masterizado por Hugo Falcão

About the Artist

– Filipe Albuquerque (voice, guitars)
– Franklin Weise (voice, bass)
– Lucas Lippaus (guitars)
– Elson Barbosa (drums)

O Duelectrum foi formado em maio de 1999 por Filipe Albuquerque, jornalista de São Paulo que atualmente mora em Curitiba. A ele se juntou o baixista Franklin Weise e, em 2012, a banda ganhou o reforço de Lucas Lippaus na guitarra e de Elson Barbosa na bateria. O grupo tem um total de três EPs lançados: Duelectr1 (2001), Electrolândia (2008) e Tempestadestelar (2009), e um single, Chocolate Love (2011).

– Facebook: facebook.com/duelectrum
– Bandcamp: duelectrum1.bandcamp.com
– Tumblr: duelectrum.tumblr.com/

 
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