FORMAÇÃO
— Pedro Oliveira: Guitarra / Sintetizadores / Gravações de Campo

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I BURIED PAUL EM CINCO MÚSICAS

DISCOGRAFIA
The Best of 2006-2016 (álbum, 2015)
Live with Palace Hotel at Intersoup Berlin 2013 (Independente, 2013) (ao vivo, 2013)
Eutropia (álbum, 2013)
in schwarzen Tönen, in lauten Farben (álbum, 2012)
The 633 EP (EP, 2009)

VIDEOGRAFIA
— “I Buried Paul + Lucas Lippaus @ 74Club” (2015)
— “Ao vivo @ Ibrasotope” (2014)
— “I Buried Paul + Palace Hotel @ Intersoup – Berlin” (2013)
— “Ao vivo @ Audio Rebel” (2013)
— “Ao vivo @ Madame Claude – Berlin” (2013)

ARTIST PLAYLIST
Influências favoritas e guilty pleasures

CONTATOS PARA SHOWS E IMPRENSA
— Elson Barbosa: (11) 9-9211-4594
— Lucas Lippaus: (11) 9-5132-0916
— sinewave@sinewave.com.br

PRESS KIT
Foto em Alta

I BURIED PAUL EM TRÊS ATOS

— O disco in schwarzen Tönen, in lauten Farben foi gravado ao vivo no festival Sonorities em Belfast, Irlanda do Norte. Neste festival, IBP realizou um concerto para fones de ouvido, onde somente uma pessoa por vez poderia ouvir a música; a performance durou oito horas ao todo;

Eutropia, de 2013, figurou em boa parte das listas de melhores discos do ano da cena independente do Brasil (Floga-se, Comunidade Sinewave, Ride the Sound, etc.);

— Em Dezembro de 2015 o IBP convidou Lucas Lippaus (Sinewave/Herod/Dolphins on Drugs) para uma performance conjunta, abrindo o show da banda de doom metal Jupiterian no 74Club em Santo André.

RELEASE

I Buried Paul – ou IBP – é parte pesquisa e parte catarse sonora. Relativamente ativo e sem mudanças de formação desde 2008, o projeto é uma pesquisa sobre o espontâneo, sobre a improvisação, colagens e recortes, tendo sempre a guitarra e as gravações de campo como seus maiores vetores de expressão.

Na prática, o projeto se desenvolve em duas facetas: por um lado as composições livres, pensadas e executadas ao vivo; e por outro o recorte e sobreposição de camadas em estúdio. Assim sendo, I Buried Paul é uma constante investigação no que se pode entender como a arquitetura do espaço sonoro: ou seja, os territórios e temporalidades que cada som pode vir a ocupar para si, bem como as narrativas e os afetos das vibrações. Mais importante, IBP é desde o princípio um pretexto para explorar diferentes melodias, texturas e ruídos em volumes inaceitáveis.