FORMAÇÃO
— Cezar Zanin: sintetizadores / efeitos / sampler / sequenciador / loop station / gravações de campo
— Mariana Cetra: vocalizações / teclado Casiotone com pedais de efeitos para guitarra / acordeom / escaleta / flauta doce / castanhola

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A ESPIRAL DE BUKOWSKI EM UMA MÚSICA

A ESPIRAL DE BUKOWSKI EM CINCO MÚSICAS

DISCOGRAFIA
Em construçãO))).

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— Lucas Lippaus: (11) 9-5132-0916
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A ESPIRAL DE BUKOWSKI EM TRÊS ATOS

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RELEASE

Em construçãO))).

BIOGRAFIA

A Espiral de Bukowski, ou apenas AEdB, era o projeto musical parido no início de 2012 pelo duo Cesar Zanin e Mariana Cetra (das bandas paulistanas Magic Crayon e Fotograma), então hibernado por um ano, em 2013 reformado com outras ideias e com última apresentação em julho de 2016.

A primeira encarnação do duo foi acústica e está registrada no primeiro EP, Temas entre Ilhabela e São Tome das Letras – 12/2011, gravado no primeiro dia de 2012, num quarto de hostel, e lançado quase um ano depois, com violão, ukulelê, acordeon, pandeirola, escaleta, flauta e chocalho.

Então em 2013 veio a eletrônica, com efeitos e loops (e por um breve período também o uso de guitarra com efeitos e baixo elétrico). E agora o experimentalismo total a serviço da música feita na hora, inspiracional: síntese, manipulação de frequências, timbres e efeitos, samples, loops, teclados entupidos de efeitos, com melodias doces soterradas.

Não havia ensaios. Os sons eram construídos artesanalmente, tudo “sincronizado” manualmente.

O duo fez shows em São Paulo, Jacareí, Sao Jose dos Campos, Curitiba, Porto Alegre, Sao Jose dos Pinhais, Montevideu, Santiago, Valparaiso, Pichilemu e Concepcion.

Para a Cosmopoplitan tour – Mercosul 2013 o duo lançou o vinil Split com a banda Glassbox.
O vinil foi custeado através de crowdfunding e prensado na Alemanha, e foi lançado durante a turnê sul-americana que teve apoio do Ministério da Cultura, com arte gráfica artesanal.
Da sessão de gravação do vinil foi tirado material que originou o primeiro mini-álbum chamado Primeira Sessão no Walden 2013-01-22.

O primeiro álbum cheio – digital – foi lançado no fim de 2013 e chama Estranheza, Encanto e Outras Partículas Elementares do Éter que o Vácuo Peidou. Também houve dois álbuns em colaboração, um com o artista norte-americano Al Jamal e uma jam com os chilenos do A Full Cosmic Sound e a banda Glassbox.

Em 2014 há o lançamento de três álbuns e a participação em três coletâneas:
– Um álbum split entre AEdB e A Full Cosmic Sound, com lançamento pelo selo O Bosque/Woodland e edição limitada em fita cassete produzida na Inglaterra.
– O segundo álbum cheio, chamado B1620-25i, com lançamento pelos seguintes selos:

— O Bosque/Woodland;
— Sinewave (SP);
— TOC (RJ);
— Grimm Goat (RS);
— ETCS (Chile);
— Plataforma (RS);
— PETROGLYPH MUSIC (Noruega).

– O terceiro álbum cheio, chamado Cones e glóbulos galeiformes de frequência e períodos logarítmicos, com lançamento pelos seguintes selos:

— O Bosque/Woodland;
— Plataforma (RS);
— PETROGLYPH MUSIC (Noruega).

– coletânea Hominis Canidae #46 – Março (2014), do blog Hominis Canidae, de Recife (PE).
– coletânea Feel Guide Vol. 2, do blog de música experimental Caliper Music, de Los Angeles (EUA).
– coletânea V.A – One Minute of no Love, do selo de música experimental Plataforma Records, de Porto Alegre (RS).

Os oito (!) primeiros lançamentos de 2015 d’A Espiral de Bukowski são o EP Quanta mole e os álbuns Decoherent acoustic phonons of abstract flows on Brakhage, A sound, valid Born Fermi paradox about causation without determinism of amor fati panspermiagenesis, Nick, Pocket metaphysics AV, Peirce stroke misnomer double turnstile Tycho e a trilogia Philosophical pulp fiction, e foram aperitivos para o lançamento do primeiro álbum físico próprio do duo, chamado AEdB.

AEdB (o álbum) foi lançado em maio de 2015. As primeiras 11 faixas são uma coletânea de temas já lançados nos álbuns digitais anteriores do duo e em coletâneas em que o duo participou. As últimas 6 faixas são inéditas, sendo a totalidade da apresentação no estudiofitacrepe em São Paulo em 20-12-2014. Em AEdB temos temas de todas as fases do projeto, desde o início folk até o improviso livre experimental atual.

Nas sessões contidas no álbum o duo deixa fluir a musicalidade livremente, explorando os timbres do Casiotone contaminados por pedais de guitarra (Big Muff, reverb, delay etc), escaleta e acordeom (que são processados e sampleados ao mesmo tempo em que são tocados), beats minimais (por vezes em compassos diversos), síntese analógica, modulação com ondas quadrada, triangular e dente de serra, uso de teclado de fita para linhas de baixo, microfonia, síntese granular, oscilação de baixa frequência, ruído branco, emulação de malha de captura de fase e a caixinha de fazer ruídos por foto-sensores que o Herbert Baioco Vasconcelos construiu. Os loops são construídos na base do improviso livre, com a sobreposição de samples e uso de filtros e efeitos, muitas vezes em cascata.

O álbum também apresenta gravações de campo em lugares diversos (feitas com um iphone); nas últimas faixas a filha de um ano de idade do casal participa.

O ano de 2016 para A Espiral de Bukowski terminou em 23 de julho. Dois dias depois Cesar partiu para a Europa, num intercâmbio pela USP para estudar na Itália.

Em 2016 AEdB se apresentou quatro vezes, duas vezes em São Paulo, uma vez em Sorocaba e uma vez em São José dos Campos. Pela primeira vez AEdB tocou numa unidade do SESC e no festival Dia da Música.
Para mais informações, veja aqui.

Em 2016 A Espiral de Bukowski lançou cinco álbuns e um ep no formato digital, todos pelo selo O Bosque/Woodland, além de participar na coletânea tributo ao Kraftwerk do selo The Blog That Celebrates Itself. Logo de cara foram quatro discos lançados em janeiro, um a cada segunda-feira. Em março veio o ep Março Deságua, uma homenagem à canção de Tom Jobim e ao pai da Mariana, lançado como presente à própria no dia de seu aniversário, com quatro faixas de música experimental que remetem de alguma forma à clássica canção de Jobim, além de uma versão acústica em formato canção. Em julho, pouco antes da partida de Cesar, veio o último disco do ano, ERP-P300-CBP future great filter, um lançamento em conjunto com os seguintes selos: Al Revés, Plataforma e Sinewave.

O ano de 2017 começa e apesar de não existir qualquer plano de retomada para A Espiral de Bukowski, ainda restavam as gravações das três últimas apresentações de 2016.
Essas gravações serão lançadas em dois discos digitais, o primeiro deles vai se chamar Naive philosophysics recursion e o segundo provavelmente Turn.

Naive philosophysics recursion será lançado em 13 de fevereiro e então o provável último disco deverá ser lançado em 16 de março.